• Bruno Ferraz

Classificação de Killip e Kimball

QUESTÃO RESIDÊNCIA MÉDICA - HFA DF 2021 (QUESTÃO ADAPTADA)

Um paciente de 54 anos de idade, com história de hipertensão arterial e dislipidemia, deu entrada no pronto-socorro com queixa de dor torácica retroesternal irradiada para a mandíbula há uma hora. Sinais vitais na entrada: pressão arterial de 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca de 92; saturação de O2 de 94%; e frequência respiratória de 20. Exame cardiopulmonar: ritmo cardíaco regular, sem sopros; e presença de B3 e B4. Murmúrio vesicular audível bilateralmente, com estertores finos em ambas as bases. Eletrocardiograma revelou infradesnivelamento de ST. Qual é a classificação de Killip deste paciente?


A) Killip I

B) Killip II

C) Killip III

D) Killip IV





RESPOSTA:

A classificação de Killip e Kimball foi criada na década de 60 para definição prognóstica em pacientes em pacientes com SCA. De fato, quanto maior é a classificação de Killip, maior a mortalidade. Na verdade, esta classificação mostra graus de evolução de insuficiência cardíaca, onde a congestão vai progressivamente aumentando e o débito cardíaco reduzindo. Apesar de antiga, é uma classificação ainda muito utilizada, especialmente para fins prognósticos e identificação de pacientes com maior risco de choque cardiogênico.


Na questão de hoje, temos um paciente com estertores e B3, portanto, Killip II (letra B).


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